Família
Portal
Inscrição, consulta e vagas da rede. Sem senha. Inscrição e consulta pedem a caixa anti-robô.
Secretaria de Educação · Prefeitura Municipal de Balneário Rincão - SC
Este link explica o produto para quem não opera o sistema no dia a dia: outro município, controle interno, Ministério Público ou a própria Educação. Não há dado de criança nesta página.
Um sistema municipal de transparência de vagas e filas da rede de educação. Substitui lista no caderno ou planilha solta: a família vê a situação; a Secretaria registra cada passo; a fiscalização recebe um arquivo organizado, não um print de tela.
CEI é o nome do prédio (o local). O tipo de fila depende da etapa: creche = lista de espera; pré-escola e ensino fundamental = fila de preferência. O nome “CEI” sozinho não define a regra.
1
Inscreve
No portal, pelo celular, com a caixa anti-robô. Já entra na fila pela data.
2
Protocolo
Código único (tipo K9X-M4T2). Também vai por e-mail, se informado.
3
Consulta
Vê o nome da criança, a situação e o lugar na fila.
4
Convocação
A Secretaria chama. Aviso por e-mail, quando houver contato.
5
Matrícula
Outro passo: comparece com a documentação original.
Família
Inscrição, consulta e vagas da rede. Sem senha. Inscrição e consulta pedem a caixa anti-robô.
Educação
Fila, ficha, convocação, matrícula, anexos e a planilha MPSC. Conta criada pelo TI. Login com autenticador.
Informática
Usuários, escolas e ano letivo. Não abre ficha de criança, não opera a fila e não entra no painel da Educação — a porta do TI é só esta. Login com autenticador.
O painel da Secretaria e o Admin do TI não abrem só com senha. O portal da família não deixa máquina varrer protocolo nem lotar a fila.
Painel e Admin
Depois da senha, o colaborador confirma um código de 6 dígitos no aplicativo autenticador (o mesmo tipo do banco: Google Authenticator, Authy e equivalentes). No primeiro acesso lê o QR, guarda códigos de reserva se perder o celular. Não existe “criar conta sozinho” no painel — o TI abre o usuário e o grupo.
Portal da família
Inscrição e consulta por protocolo usam a caixa “não sou um robô” (reCAPTCHA v2), além de um limite de tentativas por IP. Isso impede máquina de varrer protocolos ou lotar a fila com cadastro falso. A família não cria senha; o protocolo continua sendo a chave.
Quem tem o protocolo confirma que é o ticket certo pelo nome da criança. O código não é 1, 2, 3… — não dá para ir tentando o do vizinho.
A família vê
A família não vê
A página “vagas por unidade” só mostra totais — nenhum nome. O portal não “esconde” o resto no HTML: a consulta só envia à tela os campos permitidos.
No painel, o botão Exportar planilha MPSC gera um arquivo .xlsx (abre no Excel, no LibreOffice e no Google Planilhas). Não é um CSV solto. Sai com identidade visual, três abas e células travadas contra “ajuste” da ordem.
Aba Capa
Quem gerou, quando, recorte usado (etapa, unidade, situação). Se a busca foi por CPF ou nome, a capa diz o tipo — sem repetir o termo. Protocolo pesquisado pode aparecer. Explica o que cada aba mostra e a proteção da planilha.
Aba Fila
Protocolo, nome da criança, nascimento, etapa, tipo de fila, unidade, faixa, situação, posição e data da inscrição. Cabeçalho azul, filtro e impressão em A4 paisagem.
Aba Vagas
Por unidade e etapa: total, ocupadas e livres — no mesmo recorte da fila.
Entra na planilha
O necessário para conferir a ordem e a oferta de vaga (incluindo o nome, para reconhecer a linha).
Não entra na planilha
CPF, telefone, endereço e critérios de prioridade. CPF ou nome digitados na busca do painel também não vão para a capa. Nome com fórmula do Excel é tratado como texto — não executa comando.
Lei Geral de Proteção de Dados
A LGPD (Lei nº 13.709/2018) pede finalidade, necessidade e cuidado extra com criança (art. 14). Este sistema foi desenhado assim de propósito: o portal da família não é uma ficha aberta, e o painel da Secretaria não opera no escuro — cada leitura e cada ação deixam rastro.
Abaixo está o que o sistema faz no tratamento do dado. Relatório de impacto (RIPD/DPIA), prazos finais de guarda e o canal do titular (acesso / correção / exclusão excepcional) são responsabilidade do DPO do município.
Finalidade
O dado existe para gerir a vaga e mostrar a fila com transparência — não para mala direta, não para cruzar com saúde, não para publicar em mural.
Minimização
No ticket público entra o nome, para a responsável confirmar “é o do meu filho”. CPF, endereço, telefone e critérios ficam de fora. É o mínimo útil — não a ficha inteira.
Protocolo = chave
Quem tem o código é tratado como quem pode ver aquele ticket. O código não é 0001, 0002… Tem limite de tentativas por IP e a caixa anti-robô. Não dá para “passar a lista” adivinhando.
Dois mundos
Família no portal; colaborador no painel (conta criada pelo TI); informática no Admin sem abrir criança nem fila — a conta de TI também não entra no painel. Quem não precisa do dado, não vê.
Já está no produto
Ainda é do município (DPO)
Cada ação do colaborador — convocar, matricular, editar, exportar a planilha — vira uma linha com uma impressão digital (SHA-512) que inclui a linha anterior. É como um lacre: se alguém alterar um registro antigo, o lacre seguinte não fecha.
O TI consulta essa trilha só para leitura — não existe botão de “corrigir auditoria”. Há cópia em arquivo no servidor, no mesmo encadeamento.
Conteúdo do modal (preencher via HTMX em #modal-body).